Nome completo: Oleg Andréev Almeida.

 

Nasceu em 1º de abril de 1971 na Bielorrússia, uma das repúblicas ocidentais da então União Soviética.

 

Começou a escrever com 9 anos de idade.

 

Publicou a primeira poesia (Belarus: uma espécie de samba-exaltação escrito em russo) no diário regional de Gômel, sua cidade natal, em maio de 1988. Àquela publicação sucederam várias outras, em verso e prosa, assinadas com o pseudônimo Andrei Andréev.

 

Ao terminar o ensino médio (1988), estudou as letras francesas na Escola Central das Línguas Estrangeiras em Moscou (1989-1992).

 

Durante toda a década de 1990, trabalhou como tradutor, analista e executivo na área comercial; foi pós-graduado em gestão financeira pela Academia da Fazenda subordinada ao Governo da Federação Russa (1999).

 

Mudou-se para o Brasil em julho de 2005.

 

Naturalizou-se brasileiro em 15 de fevereiro de 2011.

 

Lançou seu primeiro poema em português (Pouco importa) pela Câmara Brasileira de Jovens Escritores / CBJE em janeiro de 2007, e seu primeiro livro, romance poético Memórias dum hiperbóreo, pela Editora 7 Letras em outubro de 2008.


Publicou os livros de poesia Quarta-feira de Cinzas e outros poemas (2011) e Antologia cosmopolita (2013) pela Editora 7 Letras (Rio de Janeiro); Desenhos a lápis (2018) pela Editora Scortecci (São Paulo).

 

Participou de 18 antologias e coletâneas de poesia lusófona e multilíngue editadas no Brasil, em Portugal, no Uruguai e na Itália.

 

Traduziu do francês O esplim de Paris: pequenos poemas em prosa, e outros escritos de Charles Baudelaire (Martin Claret: São Paulo, 2010), Os cantos de Bilítis de Pierre Louÿs (Ibis Libris: Rio de Janeiro, 2011), O eterno Adão de Jules Verne e Um outro mundo de Joseph Henry Rosny Aîné (ambos na coletânea Das estrelas ao oceano: Contos de ficção científica. Martin Claret: São Paulo, 2019).

 

Traduziu do russo Canções alexandrinas de Mikhail Kuzmin (Arte Brasil: São Paulo, 2011); Pequenas tragédias de Alexandr Púchkin (Martin Claret: São Paulo, 2012); Diário do subsolo de Fiódor Dostoiévski (Martin Claret: São Paulo, 2012); O jogador de Fiódor Dostoiévski (Martin Claret: São Paulo, 2012); Crime e castigo de Fiódor Dostoiévski (Martin Claret: São Paulo, 2013/edição especial; Martin Claret: São Paulo, 2016/edição de bolso); Memórias da Casa dos mortos de Fiódor Dostoiévski (Martin Claret: São Paulo, 2016); Humilhados e ofendidos de Fiódor Dostoiévski (Martin Claret: São Paulo, 2017); A morte de Ivan Ilitch e outras histórias [Sonata a Kreutzer e O padre Sêrgui] de Leon Tolstói (Martin Claret: São Paulo, 2018); Noites brancas e O eterno marido de Fiódor Dostoiévski (Martin Claret: São Paulo, 2019); Anna Karênina de Leon Tolstói (Martin Claret: São Paulo, 2019); Os demônios de Fiódor Dostoiévski (Martin Claret: São Paulo, 2020).

 

Elaborou, por encomenda da Editora Martin Claret, uma extensa coletânea de contos clássicos russos, cujo 1º Tomo [A pobre Lisa de Nikolai Karamzin; O tiro e A nevasca de Alexandr Púchkin; Vyi e O capote de Nikolai Gógol] foi lançado em 2014, o 2º Tomo [O primeiro amor de Ivan Turguênev; Lady Macbeth do distrito de Mtsensk de Nikolai Leskov] em 2015, o 3º Tomo [Uma anedota ruim de Fiódor Dostoiévski; O fazendeiro selvagem e O urso governador de Mikhail Saltykov-Chtchedrin; A flor vermelha e Attalea Princeps de Vsêvolod Gárchin] em 2017. Produziu igualmente a coletânea Contos góticos russos [O retrato de Nikolai Gógol; A família do vurdalak e O encontro trezentos anos depois de Alexei Tolstói; Os fantasmas de Ivan Turguênev; Bobok de Fiódor Dostoiévski; O monge negro de Anton Tchêkhov] editada pela Martin Claret em 2020.

 

Verteu para o russo a peça teatral Tu país está feliz (Thesaurus / Fundo de Apoio à Cultura (FAC): Brasília, 2011) e uma série de poemas avulsos (Poexílio: Brasília, 2015) de Antonio Miranda, assim como o livro Lavoura de galáxias e outros poemas (Amazon: Middletown/EUA, 2018) de Marcos Freitas.

 

Verteu para o francês os livros Dialogando com Nietzsche além do bem e do mal (Poexílio: Brasília, 2017), Eu, Konstantinos Kaváfis de Alexandria... (Poexílio: Brasília, 2019) e uma série de poemas avulsos de Antonio Miranda, assim como o livro Sonhos somos (Amazon: Middletown/EUA, 2018) de Marcos Freitas.

Publicou, em coautoria com o pesquisador e poeta francês Philippe Monneveux, os ensaios Un siècle de poésie brésilienne (Canadá, 2019) e La poésie brésilienne, des modernistes à nos jours (França, 2020), com suas traduções de numerosos poemas brasileiros em anexo.

 

Foi laureado com o Prêmio Literário Bunkyo da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social (São Paulo), atribuído, em novembro de 2012, ao livro Quarta-feira de Cinzas e outros poemas; recebeu o Primeiro Prêmio Absoluto do Certame "Poesia, Prosa e Artes Figurativas" (seção "Livro édito em português") da Academia Internacional Il Convivio (Castiglione di Sicilia/Itália), atribuído, em outubro de 2013, ao livro Memórias dum hiperbóreo.

 

Tem colaborado com diversas mídias impressas e eletrônicas: revista bimestral EisFluências (Recife / Lisboa), (n.t.) / Revista Literária em Tradução (Florianópolis), Germina: revista de literatura e arte (Belo Horizonte), revista Carta Campinas (Campinas), revista Caleidoscópio: linguagem e tradução (Brasília), entre outras.

 

Agente cultural credenciado pela Secretaria de Cultura do Distrito Federal (DF) em fevereiro de 2009.

 

Sócio da União Brasileira de Escritores (UBE / São Paulo) desde maio de 2010.

 

Mora em Brasília.

 

Trabalha como tradutor dos vernáculos russo e francês, revisor de textos e consultor técnico.

 

Gosta de coisas naturais e pessoas sinceras.

 

Não admite qualquer tipo de exclusão.

 

Livros prediletos: Marília de Dirceu de Tomás Antônio Gonzaga, O Romanceiro Cigano de Federico García Lorca, As Flores do Mal de Charles Baudelaire, Sonetos de William Shakespeare, Pequenas tragédias de Alexandr Púchkin, Mamãe e a Bomba de Nêutron de Evguêni Yevtuchenko, entre muitos outros.

 

Lema: Vivere militare est (Sêneca).

Biografia

Oleg Almeida: Curriculum Vitae